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© 2017 por Coletivo BSB no cabide 

AmandLa Gandhi e Elis Uchôa | bsbnocabide@gmail.com | whatsapp: + 55 61 9 9963-3057 | Brasília/DF

FASHION REVOLUTION BRASÍLIA

 

 

 

 

Dia 24 de abril de 2013 foi um dia marcante para a história da moda. Dessa vez, não foi por um desfile incrível ou por uma grande inovação, mas pela tragédia causada pelo desabamento do edifício Rana Plaza, em Bangladesh, que abrigava diversas confecções. Mais de mil pessoas morreram e mais de 2500 ficaram gravemente feridas.

O desastre fez com que as pessoas olhassem com mais atenção à cadeia de produção da moda, ao modelo fast fashion e às pessoas por trás das roupas que vestimos. Foi nesse contexto que o Fashion Revolution, movimento global presente em mais de 90 países, nasceu, questionando e discutindo os impactos da indústria na vida das pessoas e lutando por uma transformação no mercado fashion.

 

 

 



Para marcar esses cinco anos, a campanha de 2018 traz o tema: 5 anos após Rana Plaza. Fernanda Simon, coordenadora do movimento no Brasil explica "na Semana Fashion Revolution, convidamos a todos para refletirem sobre a procedência de nossas roupas, questionar e exigir transparência. Não podemos mais aceitar que os direitos dos trabalhadores sejam negados, precisamos olhar para o que é prioridade: quem está por trás."

Este ano o Fashion Revolution global publicará a terceira edição do Índice de Transparência da Moda (Fashion Transparency Index) que inclui grandes marcas globais e um manifesto que irá disseminar a visão do movimento.

 

 

 

 

 


Neste tempo, os avanços foram notáveis:

- Ano passado 2,5 milhões de pessoas se envolveram com o movimento. Mais de 100 mil pessoas questionaram #whomademyclothes

- 2.416 marcas responderam a hashtag e compartilharam informações sobre a sua cadeia produtiva. Mais de 150 grandes marcas publicaram onde são feitas suas roupas

- Por ano, mais de 3.600 profissionais responderam #imadeyourclohes

- Mais de 1.300 fábricas foram inspecionadas em Bangladesh desde a tragédia do Rana Plaza

- O governo de Bangladesh aumentou em 77% o salário mínimo da área - agora são $68 por mês

- Mais de 70 marcas se comprometeram a participar da campanha Detox do Greenpeace, que consiste em eliminar os produtos químicos prejudiciais das cadeias de produção da moda. Juntas, essas marcas representam 15% da produção têxtil global.

 

 

 



DADOS DO BRASIL 

- Em 2017, 225 eventos aconteceram em 37 cidades durante a Semana Fashion Revolution

- 150 atividades aconteceram em 50 faculdades, com a participação de 31 estudantes embaixadores

- O Brasil foi o país com o maior uso da hashtag #fashionrevolution, com 19% das menções mundiais, totalizando 4.884.

No Distrito Federal, a programação está sendo construída por uma rede de apoiadores formada por cidadãs e cidadãos interessados em refletir sobre a questão: QUEM FEZ MINHAS ROUPAS. 

 

 

PARA SABER OS EVENTOS QUE VÃO OCORRER AQUI EM BRASÍLIA CLIQUE AQUI

 

 

 

 

 

 


 

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